O que você tem feito por si… e da sua vida?
A gente cuida dos outros como ninguém.
Damos conta de filho, casa, trabalho, sogra, escola, contas, vizinha, bicho de estimação e, se bobear, até das dores alheias.
Mas… e de nós?
O que você tem feito por si mesma?
Sem culpa. Sem esperar aplauso. Sem justificativa.
Quando foi a última vez que você fez algo só porque te fazia bem?
Dormir mais cedo. Terminar um livro. Começar um curso. Cortar o cabelo. Dizer “não”. Pedir ajuda. Respirar fundo e não se explicar.
Por que a gente aprendeu a colocar o mundo inteiro na frente, e só depois, se sobrar tempo, se sobrar energia, se ninguém mais precisar — aí sim, cuidar da gente?
Não é egoísmo, mulher.
É sobrevivência.
Você não precisa desabar para ser ouvida.
Não precisa se anular para ser aceita.
Não precisa se matar de fazer para merecer amor.
Cuidar de si não é luxo. É urgência.
E cuidar de si começa com um simples questionamento: “O que eu tenho feito por mim?”
O que você tem feito por si?
O que você tem feito da sua vida?
O que ainda precisa mudar?
E qual vai ser o próximo passo para transformar o que é sonho em realidade?



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